DIVERSOS

 

 

METAFÍSICA

No facebook comentei que a raiz dos problemas físicos está na atitude interior frente às situações do cotidiano. É a postura da pessoa que determina a saúde do corpo ou desencadeia as doenças que afetam o organismo. De acordo com o órgão afetado e o tipo de alteração que ele apresenta, o corpo revela como a pessoa se encontra na área da vida que se correlaciona com esse órgão. Observando e interpretando o comportamento da pessoa, pode-se ter uma noção da sua vulnerabilidade à determinada doença ou o fortalecimento de um determinado órgão. O corpo é um sensor que acusa o modo como estamos lidando com os acontecimentos. Cada parte dele reflete uma emoção. Todas alterações metabólicas do organismo têm sua origem no desequilíbrio emocional. Na vida somos cercados pelas situações do ambiente que afetam nossas emoções; pode-se dizer que, dependendo do nosso estado emocional, vamos ter um tipo de reação diante dos acontecimentos.

Sei que 99% das pessoas que estão no facebook não estão interessadas e nem tampouco entendem do que estou falando, mas de acordo com essas alterações emocionais, vamos manter a saúde ou provocar as doenças e quem sabe até pensar um pouco antes de copiar / colar textos filosóficos de terceiros.

Todos os acontecimentos que nos cercam, sejam em nossa casa, sejam no ambiente de trabalho, estão ligados a padrões de comportamento desenvolvidos ao longo da vida. Assim sendo, torna-se importante o trabalho de auto observação, a fim de que esses acontecimentos possam ser interpretados, e venhamos a contribuir na identificação dos pontos que estamos deixando de expressar.

Ao adquirir a consciência metafísica de uma disfunção do organismo, obtemos um importante recurso para a reorganização do mundo interno que se reflete no ambiente externo e principalmente no corpo em forma de saúde e vitalidade.

Consciente do padrão interno que esta desencadeando a doença no corpo e sabendo quais são as atitudes positivas que estabelecem a saúde física, psíquica e emocional, você terá à mão um importante recurso de auto-ajuda.

Existe uma frase popular que diz: “O inferno está lotado de pessoas dotadas de Boa Vontade” – Acho que são em sua maioria evangélicos falsos moralistas.

Não há nada que seja sempre bom em qualquer situação, a não ser uma boa vontade, e que esta não seja boa pela utilidade que tem, mas sim que seja boa por si mesma. A razão não deve nos dirigir na satisfação de nossas necessidades, mas deve criar uma vontade boa em si mesma, sendo por isso, absolutamente necessária. Uma ação feita por dever não tem seu valor moral na sua utilidade, mas na lei que impulsiona a ação.

Transição da filosofia moral popular à metafísica dos costumes

Apesar de o homem agir impulsionado pelo dever (ou religiosidade), sempre resta a dúvida se não existem realmente interferências das inclinações, das vontades pessoais. Por esse motivo ao longo da história sempre se colocou em dúvida a existência de qualquer ação que fosse guiada pelo dever, mas mesmo assim ─ durante o passar dos tempos ─ o conceito de moral não foi colocado em dúvida, digna de conceber a idéia de dever e débil para cumpri-la e empregando a razão para administrar as inclinações. É impossível determinar com certeza um caso em que o dever tenha sido a única causa impulsora de uma ação, pois se tratando de valores morais, não importam as ações, mas sim seus princípios que não se encontram aparentes, mas escondidos no profundo do ser. Observando-se as ações humanas no contexto religioso, deparamo-nos continuamente com interferências dos interesses pessoais ou de um grupo particularizado. Para impedir que venhamos perder completamente a fé em nossas convicções do dever, devemos ter em mente que não importa que nunca tenha havido uma única ação de acordo com o dever, mas importa que a razão ─ anteriormente a toda e qualquer experiência ─ ordena o que se deve fazer.

Uma filosofia pratica popular é admissível quando fundamentada primeiramente nos conceitos da razão pura. Não sendo nesse caso  torna-se uma mescla de más observações e princípios ruins, sem que ninguém se pergunte se a fonte para os princípios devem ser de origem empírica ou racional como ocorre com o evangelismo atual.

É demonstrável então que os conceitos morais religiosos devem derivar única e exclusivamente da razão pura. A vontade geral prefere uma filosofia prática popular a um conhecimento irracional puro. Mas deve-se primeiro alicerçar tal teoria na metafísica e só então procura-se desalienar a popularidade.

Todos os conceitos morais deveriam ter sua base e origem completamente a priori, na razão pura. A aspiração que é guiada pela razão denomina-se razão prática. Mas se a ação é determinada por outros fatores alem da razão, é denominada contingente. Se for determinada apenas pela razão, é constrição. Nem me lembro mais de onde li isso.

O homem existe como um fim em si e não como um meio de alcançar este ou aquele objetivo. Tudo o que podemos obter por meio de nossas ações possui um valor condicionado.

O conceito de liberdade como o estado laico constitui a chave explicativa da autonomia da vontade e interesses particularizados de alguns líderes evangélicos que regem inclusive o destino de alguns seres cultos, sendo que estes se tornam livres quando escolhem a lei moral que irá reger as suas vidas. A liberdade da vontade torna-se manipulada pelos meios de comunicação, empatia, etc.

 O AMOR

A educação familiar inconsciente, subjugadora, é que impinge mitos sobre o amor. – Amor sem sofrimentos, sem dificuldades, sem competição; enfim, uma idéia de amor-cor-de-rosa, lírico. Evidentemente são apenas mitos. O amor é uma busca de fonte de energia, disputado com outros e que serve como aliança para outras disputas e competições.Nós podemos muito bem separar a instituição familiar da relação afetiva. A família é uma fabriqueta de bebês, que pode existir sem amor, sem endorfina, sem nada. O amor, a endorfina, é a solidariedade entre humanos, que pode existir com o casamento, sem casamento, com sexo, sem sexo. É uma formação de um núcleo afetivo. Mas o mito do casamento persiste e confunde muito o que é uma relação afetiva (amar) e o que é uma relação sexual (sexuar); o que é busca de uma fonte de energia e o que instituir uma família.Alguns relacionamentos familiares são formados por uma dominação, que pode ser mais explicita, descarada, aberta, ou que pode ser mais implícita, disfarçada com palavrórios de amor.. “faço isso para o seu bem” … e mil desculpas que são conhecidas como a tirania afetiva, a tirania disfarçada de amor, ciúmes, etc. É um jogo de denominação, exploração, que existe nas classes sociais, e que está disfarçado, camuflado por um discurso, uma ideologia que finge interesse pelo bem do outro, protestos de amor, altruísmo, para camuflar a dominação.Você não se apodera da fonte de energia; não se apodera da esposa, não se apodera do esposo. Não é possível propriedade privada nisso. Cada um continua autônomo. Dono de si e em perfeito regime de doação gratuita, seguindo normas e acordos entre ambos. Se não permanecer nesse clima de liberdade, de doação gratuita, começa o jogo de dominação que leva á ascensão aos exemplos, que já se conhece
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios. Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar. Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidade vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.
Conquistas Femininas

Que engraçado, tantas lutas por igualdade dos direitos, por uma “posição” de destaque na sociedade, pra conseguir o que?

Tantas mulheres guerreiras deram literalmente seus sangues por uma causa, pelo espaço da mulher na sociedade. Conquistas importantes e fundamentais, um exemplo clássico: o voto…

Pois bem eis que a mulher conseguiu o tão sonhado espaço. Agora estamos de igual pra igual, homens e mulheres no mesmo patamar, disputamos a mesma vaga de emprego, jogamos futebol, estamos presentes nas oficinas mecânicas (santuário dos homens), conquistamos nossos direitos… e com eles vieram a Lei Maria da Penha (para nos proteger daqueles que queríamos nos igualar) agora temos que por quase uma questão de sobrevivência trabalhar, ser amante, mulher, companheira...MÃE. 

Ao longo de tantas lutas e conquistas por direitos iguais, o que de fato aconteceu foi que acumulamos trabalhos, hoje, ai daquela mulher que se diz dona de casa, (mas só isso? Tipo… você só faz isso?) ai da mulher hoje, dizer que é MÃE, oras existe profissão mais ingrata? Sem salário, sem férias, 24 horas por dia, por todos os dias… você já ouviu falar em trainee para mães? Estagiário? Não! A única a zelar por toda a vida do ser humano é a MÃE. E quando vc diz, sou mãe … Pronto você é uma folgada que trai o “sistema”

Pois bem, hoje a mulher conseguiu seu tão direito igual,… mas espera! Será mesmo?

Vamos aos fatos:

Hoje a mulher está tão igual ao homem que os homens não se sentem mais a vontade de dar o lugar para uma mulher, seja no ônibus, na fila do banco, no banco da praça, dar a vez na entrada do elevador… muito pelo contrário, hoje ele nos tratam iguais, com cotoveladas, cuspes nas calçadas, hoje, perdeu-se o tão envolvente romantismo, porque eles não abrem a porta do carro, não pagam mais a conta do jantar (há mulheres que se acham incríveis por tal feito “EU PAGO A CONTA”) Grande coisa…

Hoje as mulheres enchem a boca pra dizer que são iguais… mas espera? Homens dançam esfregando seus penis na cara de mulheres pra ganhar dinheiro? Surra de bunda, literalmente, (veja o vídeo , mas cuidado é chocante).

Hoje conquistamos nosso lugar, nosso espaço, e com isso os homens também se vêem no direito de dar um soco na cara de sua parceira com a mesma força que daria em outro homem.

Parabéns! Grandes conquistas!!

Mas o que de fato estamos ganhando? Temos que ter 3, 4 ou até 5 jornadas de trabalho e nos contentar em dizer que somos guerreiras… oras hipocrisia da porra, pare com essa palhaçada de dizer que isso te completa… balela, você, no seu interior sabe o quão delicioso é ser cortejada com total carinho, cuidado, amor.

Que ótimo, estamos tão de igual pra igual que homens e mulheres fazem a sobrancelha, depilação vão e disputam a hora no salão. Que loucura hoje vemos meninos adolescentes com casacos de plumas rosas no gorro, tênis de cordão cor de rosa, mas… Justamente nesta idade que o sexo masculino tem que por necessidade auto afirmar masculinidade? … Pronto eles estão pegando nosso espaço, são sensíveis, e delicados, “vaidosos”…

E nós? Nós lutamos cada dia mais e mais para a busca do corpo perfeito, silicone nos peitos, bundas, pernas, boca… onde falta? Muita malhação, pouca alimentação… é isso aí a concorrência entre as mulheres. Conquistamos nosso espaço…

Será que conquistamos nosso espaço?

Reflita

PS.: Para todas as feministas de plantão, as mau amadas principalmente… este é apenas um post para reflexão

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s